Monday, March 24, 2008

Ser ou não ser: eis a questão


Este fim-de-semana alguém me perguntou, "porque é que não te tornas americano?". Fiquei a pensar, "devo? não devo?" Descobri que posso ter a dupla nacionalidade, o que é bom porque acho que seria muito difícil para mim perder a minha nacionalidade. Mas mesmo assim, "Sou americano" soa esquisito. Há vantagens. Não vejo desvantages à partida.

O que acham? Torno ou não torno? Sou ou não sou? Adquiro a dupla nacionalidade ou não? Porque sim? Porque não?

Wednesday, March 19, 2008

Aqui esta ele!!











Aqui esta o nosso carro! É lindo!

Que acham?

Saturday, March 15, 2008

Bons Tempos


Já lá vai muito tempo. Estes foram alguns dos meus brinquedos com que eu passva o tempo. Eu gostava muito de montar as naves, as casas, os carros, fazer as minhas invenções. Os LEGOS foram mesmo uma grande invenção. Havia outros miúdos que abusavam e contruiam palácios, castelos, ou outras contruções que levavam metade do quarto deles. Quando chegou a altura de eu querer uma coisa mais desenvolvida, bonecos com mais movimentos.... veio a Playmobil.














Estes bonecos tinham mais detalhes, mexiam-se mais, e tinham as contruções, os carros, as casas, os barcos, as carrinhas já todas feitas. Eu e o André fartamo-nos de brincar com os Playmobil, e a certa altura recebemos um barco dos piratas para o Natal. Grandes memórios. Um de nós tinha o barco e o outro tentava assaltar o barco. Depois, a certa altura, nós decidimos que queriamos um pouco mais movimento nos bonecos, e que eles fossem mais realistas. Então vieram os GI Joe.

Grandes brinquedos. Os meus preferidos. Todos os meses o papá comprava um boneco para cada um, e a gente adicionava logo à nossa colecção. Até tinhamos festas com os bonecos em que iniciavamos esse novo elemento. Claro, havia sempre pancada e os bonecos matavam-se uns aos outros, ou andavam à pancada. Mas no dia seguinte lá estavamos noutra guerra.

Bons tempos, bons tempos. Obrigado André por esses momentos todos. Conseguimos prolongar as nossas brincadeiras sem os outros miúdos nos gozarem por sermos mais velhos e ainda brincarmos com estes brinquedos. Eu gostava tanto dos meus GI JOE que às vezes ficava triste por pensar que um dia is parar de brincar com eles.

Coitado do André. Eu ganhava sempre as guerras todas. Convencia sempre ele de que as tácticas dele não resultavam por isto ou por aquilo. Ás vezes eu via que ele ficava triste e então parava de ser tão parvo e o André lá ganhava. Bons tempos, bons tempos. Andávamos sempre com uma caixa do tamanho de uma caixa de sapatos com uns GI JOE lá dentro, porque nunca sabíamos quando íamos encontrar um terreno onde nunca tinhamos brincado antes e podiamos fazer uma guerra ali mesmo.

Bons tempos. Obrigado André por aqueles momentos todos. Eu gostava sempre de brincar contigo mais do que brincar sozinho.